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Perspectiva

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Introdução Editar

Perspectiva exata Editar

As perspectivas cônicas são as mais comumente associadas à idéia de perspectiva, pois são aquelas que mais se assemelham ao fenômeno perspéctico assimilado pelo olho humano. Elas ocorrem quando o observador não está situado no infinito, e portanto todas as retas projetantes divergem dele.

Perspectiva paralela Editar

As perspectivas paralelas oblíquas (eventualmente chamadas de cavaleiras ou militares) ocorrem quando o observador, situado no infinito, gera retas projetantes (paralelas, portanto) que incidem de forma não-perpendicular no Plano do Quadro. Desta forma, caso uma das faces do objeto a ser projetado seja paralela ao PQ, esta face estará desenhada em verdadeira grandeza (suas medidas se oie =P rão exatamente iguais às da realidade) enquanto as demais sofrerão uma distorção perspéctica. Dependendo do ângulo de incidência das projetantes, o fator de correção a ser utilizado na mensuração das arestas será diferente.

Por exemplo, caso as retas projetantes incidam no PQ com ângulos de 45º, as faces a sofrerem distorção terão suas medidas, no quadro, reduzidas à metade do valor real.

Recebeu o nome de militar pois foi uma perspecti lolololoololo O?? va bastante utilizada para simular situações de topografia de terreno em mapas destinados a fins de estratégia militar, quando se colocava a face paralela ao PQ correspondente ao plano do solo. Desta forma, quem via a perspectiva tinha a sensação de possuir uma visão de "olho-de-pássaro" sobre o terreno representado. Tal idéia foi aproveitada durante a fabricação dos primeiros jogos eletrônicos de estratégia e simulação, como a primeira versão do SimCity (com a evolução tecnológica, passou-se a utilizar cada vez mais a perspectiva isométrica no lugar da militar, o que oferecia uma maior sensação de tridimensionalidade, e posteriormente, adotou-se de vez a perspectiva cônica).

Alguns autores dividem as axonometrias ou perspectivas axonométricas em três categorias: isometria, dimetria ou trimetria. A isometria é a situação onde os três eixos (xyz) estão separados por 120 graus. A dimetria dá-se quando temos dois ângulos iguais. E a trimetria, por sua vez, dá-se quando as distâncias entre os eixos possuem ângulos distintos. A trimetria também é conhecida como anisometria, pois as medidas das unidades dos três eixos possuem diferentes escalas entre si. É, portanto, fundamental não confundir desenho isométrico com perspectiva isométrica. Ainda, segundo esta classificação, podemos dizer tecnicamente que uma perspectiva cavaleira é uma cade o chinelo ???

perspectiva axonométrica dimétrica.

Perspectiva isométrica Editar

Este artigo necessita de figuras. Você pode contribuir com desenhos em CAD ou escaneados, de sua própria autoria.

Partindo de um ponto de vista do objeto pela sua face frontal, a perspectiva isométrica é o produto da rotação do objeto em 45° em torno do eixo vertical, sendo logo após inclinado para a frente, de forma que as medidas de todas as arestas reduzem-se à mesma escala.

Nesta configuração os eixos ortogonais serão encontrados com ângulos de 120° entre si. Esta posição dos eixos é facilmente encontrada com o auxílio do esquadro de 30°/ 60°, usando seu menor ângulo para traçar os eixos X e Y, com o eixo Z na vertical. A figura abaixo ilustra os eixos isométricos e a transformação de um conjunto de vistas em uma perspectiva isométrica.

Teoricamente a escala das arestas é reduzida em 81% do original. Na prática a perspectiva é feita na mesma escala do original. Esta é chamada de perspectiva isométrica simplificada, e seu traçado implica em uma figura aparentemente maior que nas vistas ortogonais.

Desenhando em perspectiva isométrica Editar

Inicia-se o desenho da perspectiva por um canto da peça, de preferência o que estará mais a frente. O desenhista deve escolher uma posição da peça no espaço e mantê-la na memória, para não se confundir durante o traçado.

O primeiro método para iniciar o desenho, similar ao usado nas vistas ortográficas, é traçar um paralelepípedo com as medidas totais da peça (comprimento, largura, altura), visualizando a posição da peça.

Com o paralelepípedo traçado, inicia-se os traços secundários, como se estivesse “cortando pedaços” de um bloco real, até que sobre o formato da peça desejada.

Observe que as medidas extraídas das vistas ortográficas somente serão válidas nos eixos ortogonais. Ou seja, medidas extraídas de rampas, planos inclinados ou curvas não serão transferidos corretamente. É necessário que se encontre as coordenadas de cada ponto, ligando-os em seguida.

Outro método usado é por coordenadas: partindo de uma face da peça, localiza-se os pontos extremos (sempre por traços ortogonais), ligando-os em seguida. Na prática o desenhista irá determinar qual será o melhor método, tanto que não existe exatamente um método mais correto que outro.

kskskxsjsnxj o eixo tem que ficar a 90 graus o alessandro nao pesquisi na wiki pedi!

!!! PARA DE ZUA TO ESTUDANDO MEU!!

Curvas em perspectiva Editar

É comum a representação de peças com superfícies curvas em perspectiva. Por regra, o método mais preciso para construí-las é através de coordenadas, levantadas através de vários pontos da curva.

Para circunferências localizadas paralelamente aos planos isométricos, existem métodos de construção aproximados, que ilustram satisfatoriamente a curva.

O primeiro método, ilustrado na figura abaixo, segue a seguinte receita:

  1. Localizar a circunferência na vista, e desenhar o quadrado que a envolve (pontos ABCD). Desenhá-lo normalmente em perspectiva.
  2. Independente da posição do quadrado, teremos os pontos mais próximos, agsgausguasuagusgaugs
 A e C, e os pontos mais distantes, B e D.
  1. Ligar os pontos A e C com o ponto médio das faces opostas (vide figura).
  2. Traçar a circunferência em quatro etapas:
    1. Um arco com centro em A, traçado do meio de BC até o meio de CD.
    2. Um arco com centro na intersecção dos traços (vide abaixo), traçado do meio de BC até o meio de AB.
    3. Um arco com centro em C, traçado do meio de AB até o meio de DA.
    4. Um arco com centro na outra intersecção dos traços, traçado do meio de AD até o meio de CD.
  3. Apague as linhas de construção e está pronto o desenho da circunferência.

Convém lembrar que este método somente é válido para circunferências localizadas nos planos ortogonais. Para circunferências em faces fora dos planos ortogonais, dev vendo um paraquedas usado aenas uma vez nunca aberto pequena mancha vermelha @!!!!e-se utilizar o método de pontos.

O método de Stevens é mais preciso, sendo feito de uma forma similar: no momento de determinar os centros dos arcos menores, traça-se um arco auxiliar de raio R (medido do centro da circunferência O até o ponto P aonde cruza o arco maior com a reta AC) encontrando-se dois pontos na reta BD. Estes pontos serão os centros dos arcos menores. Seu raio será encontrado a partir de uma reta, partindo do ponto A, cruzando o centro do arco, e encontrando-se na reta oposta CD. Este será novo ponto de encontro dos arcos menores e maiores.

Obviamente pode-se utilizar ambos os métodos para tr linhas continuas bconocnvonoc açar partes (setores) de circunferências, como por exemplo em concordâncias. Com a prática observa-se que não será necessário traçar todas as linhas de construção.

== Outras perspectivas

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